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Argonautha – Música e Cultura Pop

Tag: The Smiths

he Smiths foi uma banda de rock inglesa formada em Manchester em 1982, composta por Morrissey, Johnny Marr, Andy Rourke e Mike Joyce. Morrissey e Marr formaram a parceria de composição da banda. Os Smiths são considerados um dos mais importantes artistas da música independente britânica dos anos 1980.

Barbarism Begins at Home – The Smiths

Unruly boys Who will not grow up Must be taken in hand Unruly girls Who will not settle down They must be taken in hand A crack on the head Is what you get for not asking And a crack on the head Is what you get for asking Unruly boys Who will not grow up Must be taken in hand Unruly girls Who will not settle down They must be taken in hand A crack on the head Is what you get for not asking And a crack on the head Is what you get for asking No, a […]

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Well I Wonder – The Smiths

Well I wonder Do you hear me when you sleep ? I hoarsely cry Oh… Well I wonder Do you see me when we pass ? I half die… Oh… Please keep me in mind Please keep me in mind Gasping – but somehow still alive This is the fierce last stand of all I am Gasping – dying – but somehow still alive This is the final stand of all I am Please keep me in mind Well I wonder Well I wonder Please keep me in mind Keep me in mind Keep me in mind Compositores: Steven Morrissey […]

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Nowhere Fast – The Smiths

I’d like to drop my trousers to the world I am a man of means, of slender means Each household appliance Is like a new science in my town And if the day came when I felt a natural emotion I’d get such a shock I’d probably jump in the ocean And when a train goes by, it’s such a sad sound No, no, no, no, no It’s such a sad thing I’d like to drop my trousers to the Queen Every sensible child will know what this means The poor and the needy Are selfish and greedy on her […]

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That Joke Isn’t Funny Anymore – The Smiths

Park the car at the side of the road You should know Time’s tide will smother you And I will too When you laugh about people who feel so Very lonely Their only desire is to die Well, I’m afraid It doesn’t make me smile I wish I could laugh But that joke isn’t funny anymore It’s too close to home And it’s too near the bone It’s too close to home And it’s too near the bone More than you’ll ever know … Kick them when they fall down Kick them when they fall down You kick them when […]

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What She Said – The Smiths

What she said : “How come someone hasn’t noticed That I’m dead And decided to bury me? God knows, I’m ready!” La-la-la… What she said was sad But then, all the rejection she’s had To pretend to be happy Could only be idiocy La-la-la… What she said was not for the job or Lover that she never had Oh… No no no… What she read All heady books She’d sit and prophesise (It took a tattooed boy from Birkenhead To really really open her eyes) What she read All heady books She’d sit and prophesise (It took a tattooed boy […]

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I Want the One I Can’t Have – The Smiths

On the day that your mentality Decides to try to catch up with your biology Come round … ‘Cause I want the one I can’t have And it’s driving me mad It’s all over, all over, all over my face On the day that your mentality Catches up with your biology I want the one I can’t have And it’s driving me mad It’s all over, all over, all over my face A double bed And a stalwart lover for sure These are the riches of the poor A double bed And a stalwart lover for sure These are the […]

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Rusholme Ruffians – The Smiths

The last night of the fair By the big wheel generator A boy is stabbed And his money is grabbed And the air hangs heavy like a dulling wine She is famous She is funny An engagement ring Doesn’t mean a thing To a mind consumed by brass (money) And though I walk home alone I might walk home alone… …But my faith in love is still devout The last night of the fair From a seat on a whirling waltzer Her skirt ascends for a watching eye It’s a hideous trait (on her mother’s side) From a seat on […]

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The Headmaster Ritual – The Smiths

Belligerent ghouls Run Manchester schools Spineless swines Cemented minds Sir leads the troops Jealous of youth Same old suit since nineteen sixty two He does the military two-step down The nape of my neck I want to go home I don’t want to stay Give up education As a bad mistake Mid-week on the playing fields Sir thwacks you on the knees Knees you in the groin Elbow in the face Bruises bigger than dinner plates I want to go home I don’t want to stay Da-da-da Da-da-da Da-da-da Da-da-da Da-da-da Da-da-da Da-da-da Da-da-da Da-da-da Da-da-da Belligerent ghouls Run Manchester […]

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Meat Is Murder – The Smiths

Meat Is Murder foi o segundo álbum de estúdio da curta carreira da banda inglesa, The Smiths. Lançado em 12 de fevereiro de 1985, tornando-se o único lançamento original da banda a atingir o primeiro lugar em vendas no Reino Unido. Já na parada americana, o álbum alcançou a posição número 110, não tão boa quanto a inglesa. O disco foi produzido por Morrissey e Johnny Marr com a assistência de Stephen Street, que também viria a produzir os discos seguintes do grupo e o primeiro disco da carreira solo de Morrissey, após a separação da banda. Uma curiosidade dessa […]

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This Night Has Opened My Eyes

“This Night Has Opened My Eyes” é uma das canções mais melancólicas e aclamadas do The Smiths, lançada originalmente em 1984 no álbum de compilações Hatful of Hollow. A faixa se destaca pela linha de baixo marcante de Andy Rourke, as guitarras texturizadas de Johnny Marr e a narrativa densa escrita por Morrissey.  História e Inspiração A letra da música é inteiramente inspirada na peça teatral britânica de 1958 chamada “A Taste of Honey”, escrita por Shelagh Delaney. Morrissey é um fã confesso da autora e frequentemente usava referências de suas obras nas músicas do grupo (além de estampar o […]

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Heaven Knows I’m Miserable Now – The Smiths

“Heaven Knows I’m Miserable Now” é um dos singles mais icônicos da banda britânica de rock alternativo The Smiths, lançado em maio de 1984. A canção alcançou a décima posição na UK Singles Chart, tornando-se o primeiro grande sucesso comercial do grupo a entrar no Top 10 britânico. Composição: A música combina a icônica e melancólica letra de Morrissey com os arranjos de guitarra melódicos e vibrantes de Johnny Marr.  Álbuns: Originalmente lançada como single, a faixa foi compilada posteriormente nos álbuns Hatful of Hollow (1984) e Louder Than Bombs (1987).  Legado: É considerada uma das 500 músicas que moldaram […]

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Handsome Devil

“Handsome Devil” é uma das músicas mais enérgicas e provocativas do início da carreira da banda britânica The Smiths. Lançada originalmente como lado B do single de estreia “Hand in Glove” em maio de 1983, a faixa ganhou grande destaque ao ser incluída na aclamada coletânea Hatful of Hollow em 1984, em uma versão gravada ao vivo nos estúdios da BBC para o programa do DJ John Peel Contexto e Estilo Musical Musicalmente, a canção se destaca pelo ritmo acelerado que flerta abertamente com o pós-punk, movida pela linha de baixo pulsante de Andy Rourke, os tambores frenéticos de Mike […]

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How Soon Is Now?: a obra-prima dos Smiths

Poucas canções na história do rock alternativo conseguiram transformar um sentimento tão íntimo e particular em uma experiência universal quanto “How Soon Is Now?”, dos The Smiths. Lançada originalmente em 1984, a faixa tornou-se uma das composições mais emblemáticas da banda britânica, funcionando como uma espécie de manifesto musical sobre solidão, insegurança e o desejo desesperado de estabelecer uma conexão humana. Muito além de uma simples música sobre timidez, “How Soon Is Now?” representa uma das maiores realizações criativas da parceria entre Morrissey e Johnny Marr. Enquanto o vocalista constrói uma narrativa marcada por vulnerabilidade e isolamento emocional, o guitarrista […]

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These Things Take Time: a melancolia dos Smiths

Poucas bandas conseguiram transformar a solidão em arte com tanta elegância quanto os The Smiths. Em apenas cinco anos de existência, o grupo de Manchester redefiniu o rock alternativo britânico ao combinar letras profundamente literárias, guitarras inventivas e uma visão crítica da sociedade inglesa dos anos 1980. Dentro desse repertório repleto de clássicos, “These Things Take Time” ocupa um lugar especial. Embora tenha sido lançada apenas como lado B do single “What Difference Does It Make?”, em 1984, a música rapidamente conquistou status de favorita entre os fãs e passou a integrar coletâneas essenciais como Hatful of Hollow (1984) e […]

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Hatful of Hollow

Hatful of Hollow é o aclamado álbum de coletânea da banda britânica de rock indie The Smiths, lançado originalmente em 2 de novembro de 1984 no Reino Unido pela gravadora Rough Trade Records. O disco se tornou um dos trabalhos mais icônicos do grupo por reunir sessões gravadas ao vivo em estúdio para os programas da BBC Radio 1 (como o de John Peel), além de singles e lados B que não haviam entrado no álbum de estreia da banda. Energia crua: Muitos fãs e críticos preferem as versões da BBC presentes neste álbum (como “What Difference Does It Make?” […]

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Suffer Little Children: a canção mais dolorosa dos Smiths

Como os The Smiths transformaram uma tragédia real em arte e memória Quando se fala sobre o álbum de estreia dos The Smiths, lançado em fevereiro de 1984, a atenção costuma se concentrar em clássicos como “This Charming Man”, “Still Ill” ou “What Difference Does It Make?”. No entanto, é a faixa de encerramento, “Suffer Little Children”, que representa o momento mais ousado, perturbador e emocionalmente devastador de todo o disco. Escrita por Morrissey e Johnny Marr, a música rompe completamente com os temas tradicionais do rock e da música pop. Em vez de abordar romances fracassados, crises existenciais ou […]

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I Don’t Owe You Anything: a balada mais subestimada dos The Smiths

Entre as canções que compõem o histórico álbum de estreia dos The Smiths, poucas são tão discretas — e, ao mesmo tempo, tão sofisticadas — quanto “I Don’t Owe You Anything”. Lançada em fevereiro de 1984 no disco The Smiths, a faixa costuma permanecer à sombra de clássicos como “This Charming Man”, “Still Ill” e “What Difference Does It Make?”. No entanto, essa posição periférica não diminui sua importância. Pelo contrário: ela revela uma faceta menos explosiva e mais contemplativa da banda, evidenciando a capacidade de Morrissey e Johnny Marr de construir emoção por meio da contenção. Em vez de […]

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What Difference Does It Make? e os segredos dos Smiths

What Difference Does It Make?: a canção que consolidou os The Smiths Lançada em janeiro de 1984 como o terceiro single dos The Smiths, “What Difference Does It Make?” é uma das obras mais representativas da primeira fase da banda e um dos momentos mais inspirados da histórica parceria entre Morrisseye Johnny Marr. Incluída no álbum de estreia The Smiths, a faixa consolidou a identidade artística do grupo ao reunir guitarras luminosas, letras carregadas de ambiguidades e uma interpretação vocal que oscila entre a confissão íntima e o sarcasmo. Embora, à primeira audição, pareça tratar apenas de uma desilusão amorosa, […]

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Hand in Glove: o ponto de partida dos Smiths

“Hand in Glove” não é apenas o single de estreia dos The Smiths — é, na prática, o manifesto inaugural de uma das bandas mais influentes do rock alternativo britânico. Lançada em 13 de maio de 1983 pela gravadora independente Rough Trade Records, a faixa marcou o início de uma trajetória que redefiniria o indie pop e influenciaria gerações posteriores. Composta pela parceria entre Morrissey e Johnny Marr, a canção já apresenta, em sua forma embrionária, todos os elementos que se tornariam centrais na identidade da banda: lirismo melancólico, ambiguidade emocional e guitarras de forte apelo melódico. Mais do que […]

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Still Ill: identidade, política e desilusão

“Still Ill” é uma das faixas mais densas e intelectualmente provocativas do álbum de estreia dos The Smiths, lançado em fevereiro de 1984. Em meio ao impacto inicial que o grupo causou no cenário britânico, a canção se destaca como um dos momentos mais explícitos de tensão política e existencial dentro do repertório da banda. Composta pela parceria entre Morrissey e Johnny Marr, a faixa combina lirismo angustiado, crítica social e uma construção musical que alterna energia e melancolia com notável sofisticação. Mais do que uma simples canção de rock alternativo, “Still Ill” funciona como um retrato psicológico de uma […]

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