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Argonautha – Música e Cultura Pop

Tag: The Smiths

The Smiths, foi uma banda de rock inglesa formada em Manchester em 1982, composta por Morrissey, Johnny Marr, Andy Rourke e Mike Joyce. Morrissey e Marr formaram a parceria de composição da banda. Os Smiths são considerados um dos mais importantes artistas da música independente britânica dos anos 1980.

Rusholme Ruffians – The Smiths

The last night of the fair By the big wheel generator A boy is stabbed And his money is grabbed And the air hangs heavy like a dulling wine She is famous She is funny An engagement ring Doesn’t mean a thing To a mind consumed by brass (money) And though I walk home alone I might walk home alone… …But my faith in love is still devout The last night of the fair From a seat on a whirling waltzer Her skirt ascends for a watching eye It’s a hideous trait (on her mother’s side) From a seat on […]

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The Headmaster Ritual – The Smiths

Belligerent ghouls Run Manchester schools Spineless swines Cemented minds Sir leads the troops Jealous of youth Same old suit since nineteen sixty two He does the military two-step down The nape of my neck I want to go home I don’t want to stay Give up education As a bad mistake Mid-week on the playing fields Sir thwacks you on the knees Knees you in the groin Elbow in the face Bruises bigger than dinner plates I want to go home I don’t want to stay Da-da-da Da-da-da Da-da-da Da-da-da Da-da-da Da-da-da Da-da-da Da-da-da Da-da-da Da-da-da Belligerent ghouls Run Manchester […]

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This Night Has Opened My Eyes

“This Night Has Opened My Eyes” é uma das canções mais melancólicas e aclamadas do The Smiths, lançada originalmente em 1984 no álbum de compilações Hatful of Hollow. A faixa se destaca pela linha de baixo marcante de Andy Rourke, as guitarras texturizadas de Johnny Marr e a narrativa densa escrita por Morrissey.  História e Inspiração A letra da música é inteiramente inspirada na peça teatral britânica de 1958 chamada “A Taste of Honey”, escrita por Shelagh Delaney. Morrissey é um fã confesso da autora e frequentemente usava referências de suas obras nas músicas do grupo (além de estampar o […]

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Heaven Knows I’m Miserable Now – The Smiths

“Heaven Knows I’m Miserable Now” é um dos singles mais icônicos da banda britânica de rock alternativo The Smiths, lançado em maio de 1984. A canção alcançou a décima posição na UK Singles Chart, tornando-se o primeiro grande sucesso comercial do grupo a entrar no Top 10 britânico. Composição: A música combina a icônica e melancólica letra de Morrissey com os arranjos de guitarra melódicos e vibrantes de Johnny Marr.  Álbuns: Originalmente lançada como single, a faixa foi compilada posteriormente nos álbuns Hatful of Hollow (1984) e Louder Than Bombs (1987).  Legado: É considerada uma das 500 músicas que moldaram […]

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Handsome Devil

“Handsome Devil” é uma das músicas mais enérgicas e provocativas do início da carreira da banda britânica The Smiths. Lançada originalmente como lado B do single de estreia “Hand in Glove” em maio de 1983, a faixa ganhou grande destaque ao ser incluída na aclamada coletânea Hatful of Hollow em 1984, em uma versão gravada ao vivo nos estúdios da BBC para o programa do DJ John Peel Contexto e Estilo Musical Musicalmente, a canção se destaca pelo ritmo acelerado que flerta abertamente com o pós-punk, movida pela linha de baixo pulsante de Andy Rourke, os tambores frenéticos de Mike […]

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How Soon Is Now?: a obra-prima dos Smiths

Poucas canções na história do rock alternativo conseguiram transformar um sentimento tão íntimo e particular em uma experiência universal quanto “How Soon Is Now?”, dos The Smiths. Lançada originalmente em 1984, a faixa tornou-se uma das composições mais emblemáticas da banda britânica, funcionando como uma espécie de manifesto musical sobre solidão, insegurança e o desejo desesperado de estabelecer uma conexão humana. Muito além de uma simples música sobre timidez, “How Soon Is Now?” representa uma das maiores realizações criativas da parceria entre Morrissey e Johnny Marr. Enquanto o vocalista constrói uma narrativa marcada por vulnerabilidade e isolamento emocional, o guitarrista […]

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These Things Take Time: a melancolia dos Smiths

Poucas bandas conseguiram transformar a solidão em arte com tanta elegância quanto os The Smiths. Em apenas cinco anos de existência, o grupo de Manchester redefiniu o rock alternativo britânico ao combinar letras profundamente literárias, guitarras inventivas e uma visão crítica da sociedade inglesa dos anos 1980. Dentro desse repertório repleto de clássicos, “These Things Take Time” ocupa um lugar especial. Embora tenha sido lançada apenas como lado B do single “What Difference Does It Make?”, em 1984, a música rapidamente conquistou status de favorita entre os fãs e passou a integrar coletâneas essenciais como Hatful of Hollow (1984) e […]

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Suffer Little Children: a canção mais dolorosa dos Smiths

Como os The Smiths transformaram uma tragédia real em arte e memória Quando se fala sobre o álbum de estreia dos The Smiths, lançado em fevereiro de 1984, a atenção costuma se concentrar em clássicos como “This Charming Man”, “Still Ill” ou “What Difference Does It Make?”. No entanto, é a faixa de encerramento, “Suffer Little Children”, que representa o momento mais ousado, perturbador e emocionalmente devastador de todo o disco. Escrita por Morrissey e Johnny Marr, a música rompe completamente com os temas tradicionais do rock e da música pop. Em vez de abordar romances fracassados, crises existenciais ou […]

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I Don’t Owe You Anything: a balada mais subestimada dos The Smiths

Entre as canções que compõem o histórico álbum de estreia dos The Smiths, poucas são tão discretas — e, ao mesmo tempo, tão sofisticadas — quanto “I Don’t Owe You Anything”. Lançada em fevereiro de 1984 no disco The Smiths, a faixa costuma permanecer à sombra de clássicos como “This Charming Man”, “Still Ill” e “What Difference Does It Make?”. No entanto, essa posição periférica não diminui sua importância. Pelo contrário: ela revela uma faceta menos explosiva e mais contemplativa da banda, evidenciando a capacidade de Morrissey e Johnny Marr de construir emoção por meio da contenção. Em vez de […]

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What Difference Does It Make? e os segredos dos Smiths

What Difference Does It Make?: a canção que consolidou os The Smiths Lançada em janeiro de 1984 como o terceiro single dos The Smiths, “What Difference Does It Make?” é uma das obras mais representativas da primeira fase da banda e um dos momentos mais inspirados da histórica parceria entre Morrisseye Johnny Marr. Incluída no álbum de estreia The Smiths, a faixa consolidou a identidade artística do grupo ao reunir guitarras luminosas, letras carregadas de ambiguidades e uma interpretação vocal que oscila entre a confissão íntima e o sarcasmo. Embora, à primeira audição, pareça tratar apenas de uma desilusão amorosa, […]

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Hand in Glove: o ponto de partida dos Smiths

“Hand in Glove” não é apenas o single de estreia dos The Smiths — é, na prática, o manifesto inaugural de uma das bandas mais influentes do rock alternativo britânico. Lançada em 13 de maio de 1983 pela gravadora independente Rough Trade Records, a faixa marcou o início de uma trajetória que redefiniria o indie pop e influenciaria gerações posteriores. Composta pela parceria entre Morrissey e Johnny Marr, a canção já apresenta, em sua forma embrionária, todos os elementos que se tornariam centrais na identidade da banda: lirismo melancólico, ambiguidade emocional e guitarras de forte apelo melódico. Mais do que […]

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Still Ill: identidade, política e desilusão

“Still Ill” é uma das faixas mais densas e intelectualmente provocativas do álbum de estreia dos The Smiths, lançado em fevereiro de 1984. Em meio ao impacto inicial que o grupo causou no cenário britânico, a canção se destaca como um dos momentos mais explícitos de tensão política e existencial dentro do repertório da banda. Composta pela parceria entre Morrissey e Johnny Marr, a faixa combina lirismo angustiado, crítica social e uma construção musical que alterna energia e melancolia com notável sofisticação. Mais do que uma simples canção de rock alternativo, “Still Ill” funciona como um retrato psicológico de uma […]

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This Charming Man: o nascimento de um clássico indie

“This Charming Man” é amplamente reconhecida como uma das faixas mais decisivas da história do rock alternativo britânico. Lançada em 31 de outubro de 1983 como o segundo single dos The Smiths, a canção não apenas consolidou o nome da banda no cenário musical do Reino Unido, como também ajudou a redefinir os contornos do que viria a ser chamado de indie pop. Composta pela icônica parceria entre Morrissey e Johnny Marr, a faixa combina energia rítmica, lirismo ambíguo e sofisticação instrumental em um formato que, ao mesmo tempo, soa acessível e profundamente subversivo. Mais do que um sucesso de […]

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The Hand That Rocks the Cradle: origem e tensão estética

“The Hand That Rocks the Cradle” ocupa um lugar absolutamente fundacional na história dos The Smiths. Lançada em 20 de fevereiro de 1984 no álbum de estreia homônimo, a faixa não é apenas mais uma canção do disco: ela representa o primeiro verdadeiro gesto criativo conjunto entre Morrissey e Johnny Marr, estabelecendo a linguagem estética que definiria toda a carreira da banda. Muito antes de se tornar um nome central do rock alternativo britânico, o grupo já esboçava aqui sua fórmula essencial: guitarras hipnóticas, narrativas ambíguas e uma teatralidade emocional que oscila entre o afeto e o desconforto. A gênese […]

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Pretty Girls Make Graves: desejo, recusa e ironia

“Pretty Girls Make Graves” é uma das faixas mais instigantes do álbum de estreia dos The Smiths, lançado em fevereiro de 1984. Embora não tenha sido lançada como single, a canção se tornou uma peça essencial para compreender a identidade estética e emocional da banda, funcionando como uma síntese das tensões entre desejo, rejeição e ironia que permeiam o universo lírico do grupo. Composta pela dupla criativa formada por Morrissey e Johnny Marr, a faixa combina uma estrutura musical vibrante com uma narrativa lírica ambígua, marcada por desconforto emocional e deslocamento afetivo. O contexto do álbum de estreia O álbum […]

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Miserable Lie: amor, colapso e identidade em crise

“Miserable Lie” ocupa um lugar absolutamente singular dentro do álbum de estreia dos The Smiths. Lançada em 1984 no disco autointitulado, a faixa é frequentemente lembrada como uma das mais radicais experiências estruturais da banda — uma canção que não apenas muda de tom, mas praticamente se desintegra e se reconstrói diante do ouvinte. Composta pela dupla Morrissey e Johnny Marr, a música sintetiza um dos pilares estéticos do grupo: a convivência entre beleza melódica e colapso emocional. Aqui, porém, essa dualidade não é apenas sugerida — ela é levada ao extremo. Estrutura musical: duas músicas em uma Um dos […]

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You’ve Got Everything Now: o sarcasmo social dos The Smiths

“You’ve Got Everything Now” ocupa um lugar muito particular dentro da discografia dos The Smiths. Lançada em 20 de fevereiro de 1984 no álbum de estreia homônimo, a faixa sintetiza de forma quase cirúrgica a identidade estética e emocional da banda: guitarras jangle pop, lirismo afiado e uma leitura profundamente desconfortável da vida cotidiana britânica sob a lente do desencanto social. Composta pela parceria entre Morrissey e Johnny Marr, a canção não apenas reforça a química criativa da dupla, como também antecipa muitos dos temas que definiriam o rock alternativo dos anos seguintes: alienação, fracasso social percebido e o colapso […]

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Turbulência e Imortalidade: A Saga dos The Smiths e o Legado Duradouro de uma Dissolução Artística.

Explore a trajetória vertiginosa dos The Smiths, sua dissolução tumultuada e o legado imortal que influenciou gerações na cena musical britânica. A história do The Smiths, banda icônica de rock alternativo britânico, é pontuada por uma trajetória vertiginosa e um fim abrupto.  Embora efêmero, o legado deixado pelo grupo liderado por Morrissey e Johnny Marr permanece imortalizado na cena musical, influenciando tanto artistas quanto fãs ao longo das gerações. A separação em 1987, após o lançamento do álbum “Strangeways, Here We Come”, marcou o desfecho tumultuado entre Morrissey e Marr, cujas desavenças musicais foram o cerne da dissolução.  Como dito […]

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Os Melhores Covers dos Smiths que você precisa ouvir

Quem acompanha meu blog sabe como eu gosto de fazer listas e principalmente como eu gosto dos Smiths e da carreira solo do Morrisey. E como não poderia ser, aqui estão alguns dos vários covers dos Smiths que eu considero versões notáveis: Opiniões sobre covers de músicas podem variar de pessoa para pessoa, mas alguns covers de músicas dos Smiths são amplamente apreciados.    Jeff Buckley – “I Know It’s Over”. Radiohead – “The Headmaster Ritual The Decemberists – “Ask” Reel Big Fish – “Ask” Dum Dum Girls – “There Is A Light That Never Goes Out” Placebo – “Bigmouth […]

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