Descubra por que Paul McCartney, um dos maiores músicos de todos os tempos, não é o Beatle favorito de muitos fãs e críticos
Paul McCartney é, sem dúvida, um dos maiores nomes da música popular do século XX. Coautor de canções icônicas como Hey Jude, Let It Be e Yesterday, McCartney se destacou como o principal compositor melódico dos Beatles. Vegetariano convicto, filantropo e ativista ambiental, sua influência transcende a música. Contudo, apesar de seu inegável talento, McCartney frequentemente é alvo de críticas e não figura como o Beatle favorito de muitos fãs e críticos.
Neste artigo, vamos explorar as razões que sustentam essa percepção, desde a crítica às suas letras até as polêmicas pessoais e artísticas que marcaram sua carreira.
A Acusação de Música “Melosa” e Superficial
Uma das críticas mais recorrentes contra Paul McCartney é a de que suas canções são excessivamente sentimentais e desprovidas de profundidade lírica. Durante a era dos Beatles, isso já era tema de discussões. Músicas como When I’m Sixty-Four e Ob-La-Di, Ob-La-Da foram descritas por John Lennon como “músicas de vovozinha”, refletindo a percepção de que McCartney tendia a compor canções leves e açucaradas.
Na carreira solo, McCartney continuou sendo criticado por músicas como Let ’Em In, cuja letra foi vista como simplista. No entanto, ele respondeu diretamente aos críticos com a canção Silly Love Songs (1976), que, ironicamente, se tornou um grande sucesso. A dualidade de McCartney como mestre melódico, mas letrista menos inspirado, muitas vezes o colocou em oposição ao estilo introspectivo e profundo de John Lennon.
Ele Causou a Separação dos Beatles?
Outro ponto controverso é a ideia de que McCartney foi o responsável pela separação dos Beatles. Em uma entrevista em 1970, ele anunciou o fim do grupo, o que deu a impressão de que a decisão foi unilateral. Contudo, McCartney negou que tenha sido o único responsável, argumentando que a separação já era iminente devido a conflitos internos e divergências criativas.
Adicionalmente, McCartney processou os outros três Beatles para se desvincular do empresário Allen Klein, um movimento que, embora pragmático, intensificou as tensões entre os membros. A separação, no entanto, é amplamente atribuída à decisão de John Lennon de deixar a banda, ainda que McCartney seja frequentemente apontado como o vilão.
Sua Frieza Emocional e a Polêmica em Torno da Morte de John Lennon
Outra crítica pesada a Paul McCartney diz respeito à sua suposta frieza emocional. Essa percepção ganhou força após a morte de John Lennon, em 1980. Quando perguntado sobre o assassinato, McCartney respondeu: “Chato, não é?”, o que soou insensível. Posteriormente, ele explicou que a frase foi dita em um momento de choque e que sua reação real foi de profundo luto ao lado de sua família.
Mesmo assim, essa resposta contribuiu para a imagem de McCartney como alguém mais racional e reservado, em contraste com o estilo emocionalmente transparente de Lennon.
A Falta de Profundidade Percebida
Em comparação com Lennon e George Harrison, McCartney é frequentemente considerado “apolítico” e menos engajado. Lennon tornou-se um ícone da contracultura e do ativismo social nos anos 1960 e 1970, enquanto Harrison explorou temas espirituais e filosóficos. McCartney, por outro lado, preferiu manter uma imagem pública mais voltada para o entretenimento.
Exceções notáveis incluem Give Ireland Back to the Irish (1972), uma resposta ao massacre do Domingo Sangrento, e a polêmica envolvendo sua prisão por posse de maconha no Japão, em 1980. Contudo, de forma geral, sua abordagem foi considerada mais “pop” e menos substancial.
Conflitos e Rancores Prolongados
Além de suas controvérsias artísticas, McCartney acumulou desavenças com figuras como Phil Collins, Mick Jagger e até mesmo Michael Jackson. Collins revelou ressentimento por um comentário condescendente de McCartney em uma festa no Palácio de Buckingham. Já Jagger e McCartney trocaram farpas ao longo das décadas, especialmente em debates sobre a superioridade entre os Beatles e os Rolling Stones.
A relação de McCartney com Michael Jackson também azedou quando Jackson adquiriu os direitos sobre o catálogo dos Beatles em 1985, uma decisão vista como traiçoeira por McCartney.
Um Gênio Imperfeito
Embora Paul McCartney tenha enfrentado uma série de críticas ao longo de sua carreira, é impossível negar sua contribuição monumental para a música. Ele é um artista que construiu um legado baseado na beleza das melodias, mesmo que isso tenha atraído detratores. Para muitos, McCartney pode parecer menos intenso ou profundo em comparação com seus colegas dos Beatles, mas sua habilidade de conectar-se com o público através de canções atemporais é o que, no fim, o torna inesquecível.
Ouça um Podcast sobre o assunto:
Discordo Plenamente,De Tudo , Que Vcs Falaram , Sobre Paul MC CARTNEY.Ele, É Um Gênio da Música.E COMO Todo, É Perfeccionista Ao Extremo,Eu ,Assisti,O Documentário Get back, Quando,Ele Trabalhava, NUMA música,Ele Se Entregava De Corpo E Alma.Sei Que Jonh, George,E Ringo,Se Aborreciam,Com Essa ,Mania.Agora Só,uma Uma pergunta;Será Que Down Let me Down,Seria O. Clássico, Que É Hoje,Se Não Fosse O esforço E A Perfeição.De Paul? Sinceramente, Quem,Acabou,Com,Os Beatles,Não Foi,Paul,E Sim Jonh.A Relação,da banda ,Já estava, Bastante,desgastada.Com Yoko ou sem ela,A Banda ,Acabaria De Qualquer, Jeito, Essa É minha opinião.
Que Que análise vergonhosa. Parte de uma premissa falta e isso não é algo que alguém honesto possa fazer em comentário algum. Quer enganar quem? Onde estudou, pelo amor de Deus? Não aprendeu o básico. Mas isso é confissão de quem não tem razão. Quem quer convencer mesmo sem ter razão se pega com falsas afirmações. E aqui vem essa: que Paul não é o Beatle favorito. Jesus amado. Ele é o Beatle com mais fãs no mundo inteiro. Nunca soube de seus concertos com mais 50,000 pessoas em transe? Então vive num mundo paralelo. Se já começa com mentira tudo mais não tem valor. Fui ler e fiquei de queixo caído de tantas mentiras e falsas afirmações e falta de conhecimento sobre os Beatles.
Não sabe que John não criticava Paul por escrever músicas da vovozinha. Não conhece John. Ele não achava errado isso, tanto que também compunhas músicas com sabor antigo. Ou não conhece “Good Night” John não incluiu Ob la di Ob la da como músimúsicas da vovo, que é um reggae. Ele conhecia música. Ob la di Ob la da foi a musica escolhida por ele e George para fazer seranata para Prudence Farrow. Não escolheria algo que não apreciasse. John amou dançar vaudeville ao som de Your Mother should know. Tem um video onde podemos ouvir ele dizendo isso, portanto essa hstória de granny songs como crítica é coisa de Paul haters. Sm, eles existem por pura inveja mesmo.
Porém é verdade que John criticou a música de Paul depois da separação. Depois! Sim, as chamou de Silly Love Songs. E de fato Paul não começou muito bem, mesmo porque colocou a esposa que nada sabia de nada ao lado dele. Uma péssima ideia de fato. Porém, John adorou Band on the Run e disse isso publicamente. E vibrou tanto com Coming Up que até voltou aos estúdios depois de ouvir essa música de Paul. Sim, ficou super entusiasmado, dizem que gritava no carro ao ouvi-la. Isso os haters não falam porque mostra que estão enganados. Querem perpetuar mentiras contra o Paul perdendo o tempo, pois ele sempre muito amado e continua sendo amado.
Sei que lá embaixo acrescenta o ‘de muita gente’..Mas está oculto. O que vale é a manchete. Sabe bem que é o título que fica. E repente na matéria o mesmo erro! “Suas letras são vistas como excessivamente sentimentais e de pouco exercício mental, feitas para quem não quer pensar muito”. São vistas por quem? Não por todos. Enfim, mentindo de novo. .
Tudo o mais é tendencioso e baseado em fofocas de jornais de terceira. Nada tem valor nessa matéria. Um vexame total.
Li todo o artigo e …só posso rir. O autor não tem o menor conhecimento sobre o assunto tratado! Na certa aprendeu em páginas de falsos fãs ou em tablóides fofoqueiros. Também desconhece musica. Ob la di Ob la da não é música de vaudeville. É um reggae! John dizia, brincando diga-se de passagem, que algumas músicas de Paul eram granny songs. Mas eram aquelas lindas de vaudeville. E que ele gostava sim. Tem um video onde podemos ouvir John dizendo o tanto que adorou dançar ao som de Your Mother should know. E qual o problema em ser do tempo da vovó? Falta de respeito com nossas avós. Mas John estava apenas sendo John. O autor desconhece a personalidade de John. Por sinal, também não sabe que ele fazia dupla com Paul. Ob la di Ob la da tem toda a introdução composta por John. E foi a música escolhida por ele e George para fazer serenata para Prudence Farrow na India. Sinal que gostava da música. O que ele não gostou foi do ocorrido depois nos estúdios porque não estava pegando…Estava chato demais. Ele saiu aborrecido e voltou com a introdução na cabeça. Foi para o piano e pronto. Ficou a beleza que ficou. Ouçam a musica. Vejam como se divertem ao cantá-la.
É verdade que John criticou as músicas de Paul pós separação, logo no início. Sem a participação dele. E com razão. Eu também acho que Paul deu uma piorada ao começar. A presença da esposa que nada sabia sobre cantar ou tocar só atrapalhou, embora Yoko conseguia ser pior. Mas John gostou muito de Band on the Run. E adorou Coming Up. Tanto que resolveu voltar aos estúdios depois de ouvi-la. Dizem que ele gritava de alegria ouvindo Coming Up. E o encheu de energia para voltar ao cenário musical. Essas coisas o autor nem passa perto mostrando que seu interesse não é a verdade. É a fofoca mesmo. Não tem nada que escapa nessa matéria.
O motivo dois está melhorzinho porque parece mostrar apenas o que os outros pensam. Mas mesmo assim dá pouca ênfase à verdade e ainda começa com uma inverdade. Não foi uma entrevista que Paul deu. Ou melhor, foi entrevista, mas uma entrevista especial para seu disco de estreia. Ela não saiu em jornais e revistas. E sim juntamente com o album McCartney. Entenderam errado. A imprensa fajuta foi logo dizendo que Paul acabou com os Beatles. A verdade é que John realmente foi quem decidiu pela separação desde o ano anterior.
Talvez não diz que Paul teve de processar os outros para salvar a todos eles. Sem aquele processo todos teriam sido muito prejudicados por Allan Klein. Poucos anos depois todos eles reconheceram que Paul estava correto. George ainda disse que deviam um pedido de desculpas a Paul. Como Paul ganhou a causa, todos foram beneficiados. Allan Klein era de fato desonesto e …ainda processou George, Ringo e John.
Mas o motivo 3 é o pior de todos porque vai na total falta de respeito aos sentimentos de uma pessoa que perdeu seu maior amigo assassinado. Falta de empatia é de quem escreveu essa matéria perpetuando a mentira que Paul não se importou com a morte de John. Basta ver em video o momento que foi assediado por jornalistas. Olhem seu rosto. Estava lívido. E falou a verdade. Ou não foi chato o que aconteceu? Ah, então foi algo muito legal? Foi a drag mesmo, expressão usada por ele. Paul entrou no estúdio para não pensar no caso. Ficou apenas ouvindo Starting Over sem parar…E foi para casa. Tem um DJ inglês que falou com ele…Paul até se culpava do crime por não ter insistido com John para ir passar o mês de Dezembro com ele. Se tivesse ido não teria sido assassinado. Paul fez uma poesia sobre o caso. Jerk of all Jerks…Paul escreveu uma música belissima chamada Here Today que ele sempre canta nos shows e muitas vezes chora. Nela Paul diz o I Love you mais sentido do mundo. Nunca ouviu? Mas preferem inventar a mentira que ele não teve empatia…Isso é pecado, gente. É muito desrespeito a alguém ainda enlutado. Paul fala em John com amor até os dias de hoje.
O motivo 4 falta profundidade e seriedade. Sim, o que foi dito sobre Paul cabe para o autor. Ou desconhece totalmente a carreira de Paul ou conhece e resolveu ignorar tudo, o que é pior.
É verdade que Paul projetou uma falsa imagem de conservador. E que poucas vezes se aprofundou na parte política. Mas isso apenas na carreira solo. Afinal ele era um Beatle. E os Beatles todos, sem exceção, revolucionaram. O cara aqui se ‘esqueceu’ logo de Blackbird sobre os direitos civis que vai muito mais fundo que qualquer coisa escrita por John Lennon. Se esqueceu de sua música recente contra Donald Trump. Se esqueceu da sua passeata contra todo mundo portando armas nos Estados Unidos. Se esqueceu do que nunca poderia ter esquecido: seu empenho em defesa do meio ambiente, pelo vegetarianismo, sua espetacular campanha Segunda Sem Carne. Talvez seja um carnista e por isso não vê a importancia desse movimento. Talvez nao sabia que o mundo está com mudanças climáticas tenebrosas para todos nós. Se esqueceu que Paul foi o primeiro a lançar disco na União Soviética e foi quem declarou em 69, que todos eram comunistas ocidentais.
Embora seja verdade que se mantenha bem moderado, está longe de ser um reacionário como gostam de defini-lo. Ele foi até contra o Brexit. Se esqueceu de seu video All my trials criticando o governo de Thatcher com medidas que prejudicavam a classe trabalhadora na questão de saúde. Ele até escreveu para ela…e foi considerado persona non grata na Downing Street. Se sabem tão pouco sobre Paul seria importante estudar antes de escrever sobre ele. Porque pega mal é para quem escreve. Não para Paul que nem vai ler essa bobagem.
E até parece que John fez muito…Ele só se empenhou por cerca de três anos. A partir de 1973 ele nada fez nem de leve na questão politica.
Pendenga com John..Ah, faça-me o favor. Foi mútuo, rapaz. Quem mais atacou foi John…E não Paul. Mas até parece que todos os horrores cometidos por John naquele tempo de trevas são aplaudidos. So o que Paul fazia é condenado. Saiba que Ringo e George também se mostraram horrorizados com o John do início dos anos 70. George nunca resolveu todos os problemas com John. O que o deixou muito triste…chegou a escrever All those years ago para john. Mas estava com amizade estremecida. Já Paul esteve visitando John em 1974 onde cantaram Stand by Me juntos, e resolveram participar juntos num album em Nova Orleans. Não aconteceu porque Yoko deu um jeito de impedir. Mas quando John morreu ele e Paul estavam com bom relacionamento. Não sabe que John o chamava de My dear Paul? Não sabem que ele de certa forma apagou How do you Sleep transformando-a numa música contra Allan Klein? Se chama Steel and Glass. Não sabe que até pensavam em voltar a compor juntos em 1980? Então, se não sabe não tem o direito de escrever sobre os Beatles. Estude primeiro.
Quanto aos outros citados…que tolice. Phil Collins era um falso amigo que se aborreceu por nada. E fingiu ser amigo por anos…Até jogar essa tolice anos e anos depois para a imprensa de tabloide. Acho que precisa aparecer porque estava sumido. Sobre Michael Jackson. Outro falso amigo que passou a perna em Paul. Mas…pelo escrito o culpado é Paul. A vitima é que é culpada. Sei. E quanto a Mick Jagger …vem uma mentira aí…estava faltando mais uma mentira para terminar. Nunca houve intensa rivalidade entre os Beatles e os Rolling Stones. Criação da midia.. Eles eram super amigos, os Beatles, na verdade, lançaram os Rolling Stones. Eram fãs. Foram eles que arranjaram o empresário para a banda, um amigo de Brian Eptein chamado Andrew Oldham. Foram eles que deram aos Rolling Stones seu primeiro sucesso. Sim, começaram com uma musica Lennon/McCartney. Viviam juntos constantemente. Brian Jones tocou com os Beatles. John e Paul cantaram na música We love you dos Stones. Paul é até padrinho de casamento de um deles. Ron Wood, acho. Mick vivia na casa de Paul. Os exemplos são muitos e estou cansada de escrever. Se nem saber se a moderação vai aceitar tudo que escrevi. Então fico por aqui. Não existe rivalidade entre Paul e Mick Jagger. Eles se entendem bem. Sim, sei que recentemente Paul disse uma coisa que não devia ter dito. Foi infeliz ao se expressar. Que eam uma banda de blues…uma coisa assim. Como se fosse de menos importância. Mas eram mesmo uma banda de blues, só que da melhor qualidade. Paul sempre foi fã dos Rolling Stones. Ficou arrasado com o falecimento do baterista recentemente. Seu depoimento foi dos mais comoventes.
Chega. E não falei nem a metade do que devia ser dito. Finalmente, para uma pagina de análise musical ficou bem estranho um artigo com quase nenhuma análise musical se concentrando em fofocas sem sentido. Mas…termino pedindo desculpas se fui dura…Mas gente, foi a matéria que me levou a isso. A intenção é boa: estudem antes, tenham mais cuidado com suas postagens, porque essa foi vergonhosa por demais.
Que artigo raso e sem nexo. Só achamos e generalizações.
Assististe a Get Back? Caso não, assita e constate que Paul era o verdadeiro profissional e cérebro do grupo. Em tempo, todo o conceito da obra prima chamada Sgt Peppers veio da cabeça de Paul. Uma das maiores canções da história (de todos os tempos e gêneros) veio, somente, da cabeça de Paul. Ou seja, apaga esse artigo vergonhoso que dá tempo.
Lennon = Waters = comunista chato e problemático
McCartney = Gilmour = gênio musical e grande profissional.